A Kinross e o Arsênio
Você sabia que a kinross não utiliza Arsênio? - Assista o vídeo e saiba mais.
O Arsênio é um elemento químico encontrado em abundância na terra.
Globo

No caso de Paracatu, o arsênio encontra-se naturalmente associado aos solos, sedimentos e à mineralogia das rochas oxidadas e sulfetadas contendo minerais como a arsenopirita, presentes na formação geológica do Morro do Ouro, onde opera a Kinross. Nesta forma, o arsênio, mesmo depois do nosso processo de desmonte, não oferece risco à população .

É importante salientar que a simples existência do mineral não acarreta, necessariamente, sua disponibilidade no meio ambiente, uma vez que, para que isso ocorra, o arsênio precisa ser mobilizado, o que exige condições físicas e químicas específicas. Essas condições físico-químicas podem ocorrer naturalmente ou serem produzidas por atividades humanas diversas, que não a que realizamos.

Mas Não se preocupe.
Os Níveis de Arsênio em Paracatu são considerados normais.

Dentro dos parâmetros legais de segurança e não apresentam riscos para a população.

Faça o download do
estudo completo aqui

Estudos comprovam que os níveis estão de acordo com padrões de segurança internacional e nacional.

Há quase dois anos, a Prefeitura de Paracatu encomendou ao CETEM (Centro de Tecnologia Mineral do Rio de Janeiro) e a vários outros pesquisadores de universidades brasileiras e do Instituto Brasileiro de Saúde um estudo sobre os níveis de arsênio na cidade de Paracatu. O objetivo deste estudo era ter um documento independente. Esse estudo mostrou que as concentrações de arsênio nas principais vias de exposição ambiental humana (águas de abastecimento doméstico e em material particulado na atmosfera) podem ser consideradas baixas . Os resultados ambientais foram corroborados pelos resultados das concentrações de arsênio nas matrizes biológicas de sangue, urina e cabelo, revelando teores menores ou iguaisníveis considerados referenciais de normalidade ou até de populações não expostas, em vários países.

Em paralelo, a Kinross solicitou um outro estudo com a mesma finalidade ao Instituto independente INCT Acqua, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade de Queensland da Austrália (UQ). Tal pesquisa comprovou que os níveis de arsênio na cidade estão de acordos com os padrões de segurança estabelecidos pela legislação brasileira e padrões internacionais.

Curiosidades sobre o Arsênio e Paracatu
AS - Símbolo químico

O que é arsênio?
Elemento químico semimetálico tóxico, de cor cinzenta, descoberto na Alemanha, em 1250.

20º

elemento mais ambundante na terra.

Amplamente distribuído na natureza em concentrações muitos baixas.

Sua toxidade depende da quantidade, forma que se apresenta e do tempo de exposição.

Você Sabia?
Em pequenas quantidades, o arsênio está presente em alimentos produzidos em todo mundo, como frango, peixe, arroz e feijão.

No Morro do Ouro, são encontrados

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Elementos químicos,

entre eles o arsênio. Juntos eles formam diversos minerais como quartzo, a arsenopirita e sericita.

Morro do Ouro

O arsênio faz parte da composição natural de minerais encontrados no solo e rochas de algumas regiões de Paracatu.

Ainda tem alguma dúvida?

Respondemos algumas perguntas que podem te ajudar a entender melhor tudo isso.

1. É verdade que a Kinross está contaminando Paracatu com arsênio?

O arsênio é naturalmente presente nos solos e na formação geológica do Morro do Ouro e de toda Paracatu. A presença natural do mineral não significa, necessariamente, que ele esteja afetando o ambiente.

O mais recente estudo coordenado pelo INCT e coordenado pela UFMG, e pela Universidade de Queensland, na Austrália, que possui um renomado centro de pesquisa tem mostrado através de análises químicas que as concentrações de arsênio em Paracatu estão dentro dos limites de segurança aceitos tanto nacional como internacionalmente. Isso significa que a atividade de mineração realizada pela Kinross em Paracatu não está provocando nenhuma contaminação de arsênio no município.

Na conclusão do estudo do CETEM em 2013 foi anotado: “ Esse estudo mostrou que as concentrações de arsênio nas principais vias de exposição ambiental humana (águas de abastecimento doméstico e em material particulado na atmosfera) podem ser consideradas baixas.

2. Existem comentários que o câncer de Paracatu aumentou e eu mesmo conheço uma pessoa com a doença.Vocês dizem que não tem relação com vocês, mas não tem mesmo?

Estudo realizado em parceria com o INCT Acqua (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Recursos Minerais, Água e Biodiversidade) demonstra a geologia local e as atividades de mineração não têm impacto significativo na exposição total ao arsênio na região de Paracatu.

Além disso, em 2009, estudo específico realizado pelo Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e Ambientais (Cemea) indicou que o padrão de mortalidade por câncer observado em Paracatu não difere do padrão do estado de Minas Gerais e de outras duas cidades analisadas: Unaí e João Pinheiro.

O conjunto dos dados analisados também não evidenciou aumento na incidência de mortes por câncer em Paracatu. As taxas de mortalidade por esse grupo de doenças mostraram-se estáveis nos últimos anos. O incremento no número de internações para tratamento dessa doença relaciona-se particularmente ao aumento na oferta de serviços e exames médicos no município. Portanto, a presença da Kinross não determina um padrão diferenciado de adoecimento e morte por câncer em Paracatu.

De acordo com o estudo conduzido pelo CETEM, foram ressaltadas os seguintes aspectos relacionados com o tema:

  • taxas de mortalidade por câncer de fígado, pulmão, pele e bexiga em moradores de Paracatu, em 2000 e em 2010 (assim como em cada ano dentro deste período) não mostram diferenças que indiquem maior número de casos em Paracatu.

  • Os teores médios de arsênio em urina da população amostrada em Paracatu resultaram entre 1 e 5 µg/L de arsênio, faixa de teores considerada basal de exposição; estão também abaixo dos teores médios encontrados na população norte americana (7,49 µg/L) e próximo dos teores observados em população brasileira urbana sem histórico de exposição ao arsênio, do Estado de São Paulo (4,00 µg/L). Os teores de arsênio em cabelo estão abaixo do valor para não expostos. Os teores em sangue não diferem entre as áreas, estão acima dos teores para não expostos mas são inferiores a 10 µg/L.

  • O estudo epidemiológico indicou que a população não mostra taxas de mortalidade por tipos de câncer com associação à exposição ao arsênio acima do observado para diversas cidades brasileiras, regiões e no país nem casos de dermatopatias referidas à exposição ao arsênio

3.Em que tipo de situação o arsênio pode se tornar perigoso para a população ?

Os efeitos do arsênio na saúde humana, sob a forma de trióxido de arsênio, são conhecidos desde a antiguidade. A toxicidade do arsênio depende de seu estado de oxidação e de sua biodisponibilidade, isto é, sua capacidade de absorção por um organismo vivo. A assimilação do arsênio difere em termos qualitativos e quantitativos se a via for digestiva, pulmonar ou dérmica. Em grandes concentrações, ele pode causar escoriações na pele, feridas, etc.

Mas é importante ressaltar que Estudo realizado em parceria com o INCT Acqua (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Recursos Minerais, Água e Biodiversidade) demonstra a geologia local e as atividades de mineração não têm impacto significativo na exposição total ao arsênio na região de Paracatu.

4.Como podemos acreditar que os resultados das pesquisas e estudos realizados pela Kinross são confiáveis?

A Kinross simplesmente encomendou o estudo, que foi realizado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - o INCT-ACQUA-UFMG. Este estudo foi conduzido pelas universidades brasileiras: UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais e UFV – Universidade Federal de Viçosa, com a colaboração da Universidade de Queensland (UQ) - Austrália. Eles são um dos centros de pesquisa mais conceituados do mundo. A fim de dar mais independência para este estudo, todas as amostras foram coletadas pelos pesquisadores dessas instituições e não pela Kinross.

Importante notar que o estudo desenvolvido pelo CETEM e que chegou as mesmas conclusões do estudo da Kinross, foi solicitado pela Prefeitura Municipal de Paracatu, conforme descrito abaixo:

Em atendimento à solicitação da Prefeitura Municipal de Paracatu-MG (PMP), o CETEM/MCTI coordenou ações para a formação de uma equipe de pesquisadores com alto reconhecimento no meio científico e apresentou em 2010, uma proposta de trabalho para a “Avaliação da Contaminação Ambiental por Arsênio e Estudo Epidemiológico da Exposição Ambiental Associada em Populações Humanas de Paracatu-MG”. Os pesquisadores foram convidados em função de suas especialidades em toxicologia ambiental, epidemiologia, toxicologia clínica, medicina ambiental, química ambiental, geoquímica ambiental, avaliação de riscos à saúde humana e ao meio ambiente, entre outros, conforme mostrado na Equipe Técnica. Os estudos tiveram início em março de 2011 (com a liberação da primeira parcela dos recursos) e finalização em dezembro de 2013. Cinco (5) Relatórios Parciais foram entregues à Prefeitura Municipal de Paracatu (em setembro de 2011, em julho de 2012, em dezembro de 2012, em março de 2013 -Relatório de Andamento do Projeto- e em junho de 2013).

5. Eu soube que a Kinross enviou algumas das amostras para a prefeitura. Qual a garantia que temos que esse material não foi adulterado?

O sucesso da pesquisa e o comprometimento com resultados sérios e reais também eram de interesse da Kinross. A empresa sempre buscou transparência em seus monitoramentos e o estudo em questão viria para corroborar com os resultados apresentados. Com esse proposito, a companhia se colocou à disposição para qualquer necessidade da prefeitura relacionada à pesquisa. Para assegurar a legitimidade da coleta de material, a maior parte das amostras foi coletadas pelos pesquisadores do CETEM. Além disso, o estudo da Cetem analisou outras amostras como coleta de sangue da população, fazendo o material de pesquisa mais completo e abrangente.

É importante ressaltar que, quando a empresa iniciou suas atividades em Paracatu, em 1987, havia registro de atividades de garimpo que causaram grande impacto na qualidade das águas dos córregos Rico e Santo Antonio, com expressivo aumento da concentração de sólidos totais, ferro, manganês, arsênio e mercúrio. Em 1986, análises feitas pela Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), durante os estudos de impactos ambientais realizados pela Kinross, demonstraram teores elevados de sólidos e arsênio nos cursos d´água no entorno do Morro do Ouro, devido a essas atividades de garimpo.

Portanto, a presença de materiais oxidados no leito dos cursos d´água no entorno da mineração provêm tanto dos próprios sedimentos já existentes nos córregos e rios, quanto daqueles carreados pela movimentação provocada pelas atividades de garimpo artesanal realizadas desde os anos 1970 até 1989, que destruíram matas ciliares e assorearam cursos d´água. Numa operação denominada SOS Paracatu, realizada em conjunto pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), em 1989, foram recolhidas 156 dragas, 148 moinhos e 167 bombas de sucção nos córregos do entorno do Morro do Ouro, conforme descrito no livro “As minas reveladas”, de Antônio de Oliveira Melo. Com o uso desse tipo de equipamento, o material das águas, ao ser revolvido, pode mobilizar sólidos e elementos para os sedimentos e a água.

No início de sua operação, a Kinross estabeleceu acordo com a agência ambiental para efetuar uma série de medidas para controlar a erosão das margens dos córregos Rico, Santo Antonio e São Domingos e para efetuar contenção de material particulado que era carreado para os cursos de água devido à remoção da mata ciliar, também por essas operações de garimpo. Essas medidas, adotadas nos primeiros anos de operação da empresa, asseguraram uma considerável melhoria na qualidade da água desses córregos.

6.Com relação ao aumento de câncer, muitas pessoas tratam em Brasília ou em Barretos e isso não pode mascarar o resultado de Minas Gerais? Deve ser por isso que os resultados estão com um indicador baixo?

Estudo realizado em parceria com o INCT Acqua (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Recursos Minerais, Água e Biodiversidade) demonstra a geologia local e as atividades de mineração não têm impacto significativo na exposição total ao arsênio na região de Paracatu.

Além disso, em 2009, estudo específico realizado pelo Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e Ambientais (Cemea) indicou que o padrão de mortalidade por câncer observado em Paracatu não difere do padrão do estado de Minas Gerais e de outras duas cidades analisadas: Unaí e João Pinheiro.

O conjunto dos dados analisados também não evidenciou aumento na incidência de mortes por câncer em Paracatu. As taxas de mortalidade por esse grupo de doenças mostraram-se estáveis nos últimos anos. O incremento no número de internações para tratamento dessa doença relaciona-se particularmente ao aumento na oferta de serviços e exames médicos no município. Portanto, a presença da Kinross não determina um padrão diferenciado de adoecimento e morte por câncer em Paracatu.

Outros cuidados que a Kinross tem com você.

Substâncias químicas

Meio Ambiente

  • Para a Kinross, a saúde, segurança e desenvolvimento dos empregados e da população de Paracatu, particularmente das famílias que moram perto da mina, são de extrema importância.

  • O respeito ao meio ambiente também é um valor essencial para a Kinross. A companhia adota as melhores práticas de gestão ambiental, além de ter, desde 2000, o certificado ISO 140001, que estabelece requisitos para a criação e operação de um eficiente Sistema de Gestão Ambiental. Ela regularmente monitora e controla impactos adversos como poeira, vibrações e emissão de ruídos, contando com a divulgação dos resultados para órgãos competentes e com a participação ativa da comunidade.

  • A Kinross assegura a integridade do meio ambiente e da saúde das pessoas por meio de um conjunto de práticas e instrumentos de gestão, como a avaliação de impacto e o plano de controle ambiental, monitoramento periódico e planos de melhoria. Além disso, submete seus dados à avaliação de entidades e órgãos externos. Em paralelo, o acompanhamento dos dados de saúde da população de Paracatu, em comparação com médias obtidas em bancos de dados e serviços de saúde, evidencia que não há efeitos relacionáveis com a presença de arsênio na poeira para o município.

  • Internamente medidas específicas são adotadas nas áreas de lavra e beneficiamento que incluem o enclausuramento dos equipamentos de lavra e beneficiamento, bem como o uso de Equipamentos de Proteção Individual específicos. Além disso, o monitoramento biológico contínuo dos empregados, de acordo com a NR 07, permite que a empresa identifique qualquer situação de alerta, de forma a adotar ações preventivas muito antes que um risco à saúde possa ocorrer

  • Mito: O arsênio provoca câncer na população. Verdade: O arsênio não é uma substância proveniente das atividades da Kinross. A substância é encontrada no solo e nas rochas de Paracatu, em concentrações estáveis, e sua simples presença no solo e na atmosfera não caracteriza contaminação. A Kinross toma todos os cuidados em seus processos para preservar as pessoas e o meio ambiente.

  • Mito: A mineração de ouro utiliza mercúrio em suas atividades. Verdade: A Kinross não utiliza mercúrio em seu processo produtivo. A empresa investe constantemente em novas tecnologias que buscam as melhores práticas em mineração e asseguram a realização da atividade de maneira consciente e responsável. A utilização do mercúrio era uma prática adotada nos garimpos artesanais do passado.

  • Mito: O cianeto utilizado no processo de extração de ouro causa mortes na população. Verdade: A empresa adota as práticas mais rígidas e seguras na aquisição, estocagem, manuseio, uso e descarte do cianeto, estando de acordo com Código Internacional de Cianeto e com os padrões exigidos pelo exército brasileiro.

  • Mito: As detonações realizadas na área da mina prejudicam o sistema auditivo. Verdade: As detonações realizadas pela Kinross não prejudicam o sistema auditivo e respeitam os índices estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – que determina o limite de 134 decibéis – e têm como referência os valores da Organização de Saúde dos Estados Unidos, com limites de 120 a 140 decibéis por dia para as detonações. Segundo medições técnicas, o valor médio registrado pela Kinross atende ao padrão estabelecido pela ABNT e encontra-se bem abaixo do limite estipulado pela associação.

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